segunda-feira, 16 de março de 2009

manhãs de silêncio

uma coisa de triste por se estar só: não se vão construindo memórias, não se vão partilhando as pequenas memórias pessoais de que só nós nos lembraríamos. Assim, por não as contarmos, por não as retermos numa narrativa, vão-se perdendo no esquecimento... no esquecimento de nós mesmos... como na manhã após os sonhos...

Um comentário:

LORENZO MONSANTO disse...

A solidão como morte do presente que não será futuro...Nem em memória.